Manutenção corretiva
A manutenção corretiva é feita depois que o equipamento falha ou apresenta defeito. Ela pode ser não planejada (a máquina quebra e a equipe corre) ou planejada (a empresa decide conscientemente operar até a falha porque é mais barato).
A corretiva planejada é uma estratégia legítima para itens baratos, redundantes ou de baixo impacto. O problema é quando ela é a única estratégia: paradas inesperadas, compra de peças com urgência, horas extras e, muitas vezes, danos em outros componentes.
Manutenção preventiva
A manutenção preventiva é feita em intervalos predefinidos, por tempo (diária, mensal, anual) ou por uso (horímetro, quilometragem, ciclos). O objetivo é intervir antes que o desgaste cause a falha.
Ela traz previsibilidade: a equipe sabe o que fazer e quando, as peças podem ser compradas com antecedência e a produção pode programar a parada. A desvantagem é que, às vezes, troca componentes que ainda teriam vida útil. Veja como o SGMAN automatiza isso em manutenção preventiva.
Manutenção preditiva
A manutenção preditiva monitora a condição real do equipamento — vibração, temperatura, análise de óleo, termografia, ultrassom — e só intervém quando os dados indicam degradação. É a estratégia que melhor aproveita a vida útil dos componentes.
Ela exige investimento em medição. Com sensores IoT, o monitoramento passa a ser contínuo e o alerta chega sozinho. O SGMAN oferece sensor de vibração e temperatura integrado, em parceria com a Tebe.
Como combinar as três estratégias
O caminho mais eficiente é classificar os ativos por criticidade:
- Críticos (param a produção, afetam segurança): preditiva + preventiva.
- Importantes (impacto moderado): preventiva bem calibrada.
- Baixa criticidade (baratos ou redundantes): corretiva planejada.
Para comparar o custo da corretiva com o da prevenção, use a calculadora de custo de parada; para estimar o risco de falha de um equipamento, a calculadora de confiabilidade.
Os indicadores mostram se a combinação está funcionando: MTBF subindo, MTTR caindo e disponibilidade estável. O diagrama de Pareto ajuda a identificar quais equipamentos merecem subir de estratégia.